TETINE

Thursday, 6 December 2018

Sobre o Vento / Wild is the Wind - Tetine (Eliete Mejorado) workshop at Casa 1 - part of Ensaio do Terceiro Ato do Museu Louvre do Paul Brasyl

Sobre o Vento / Wild is The Wind is a workshop / conversation on the wind and for making/ flying kites led by Eliete Mejorado of Tetine at Casa 1 in Sao Paulo during her residency and as part of the programme proposed by Museu do Louvre Pau Brasyl. 

The workshop took place on November 16th at Casa 1 in Sao Paulo. 

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Sobre o Vento / Wild is the Wind é um workshop-conversação-acao sobre o sentidos do Vento. Sobre o ar. Sobre Iansã, sobre os Orixás. Sobre divindades. Sobre respiração. Sobre livrar o corpo do ódio. A musica do vento.
A memória em meio as várias temporalidades que experienciamos/praticamos por estarmos vivos. 

Da asma ao furacão. Da brisa ao pânico. Da terra às forças do Capital. 
Sobre direção e sobre movimento. Na nossa respiração, na nossa fala.

Sobre os Campos Elísios. 

Eliete Mejorado explica:

"Estruturalmente, estou imaginando algo como uma introdução de uns 20 minutos com música e fala sobre o Vento e sobre suas ‘forças’. O porquê dessa historia das pipas agora nesse momento e um pouco do trabalho que venho fazendo no Tetine… quem sou, de onde venho e para onde estou caminhando….Depois eu queria propor um exercício de respiração, de meditação -  para sentirmos o ar, o vento e a respiração juntos com as crianças. 

Em seguida, queria que as crianças desenhassem nas sedas …   algo que gostariam de mandar para o vento… para celebrar ou expurgar um desejo, um trauma, um medo, um amor, uma historia, um esquecimento, uma falta….
Depois confeccionamos as pipas para soltarmos. 

A oficina é sobre fazer das pipas-coração."
































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Tuesday, 4 December 2018

This is the Voice

We know the world is speaking genocide
this is the voice
this is the void
In the perpetual void
There's no limits for your prejudice
this is the voice of America
this is the void of America
This is the voice of America
So what?
So what?
So what?
We know that the world is speaking genocide
Like never before
With words and actions
by the new colonialists
the new technicians
engenderimg your pulse and your soul
And in the world of eruptions and extractions
Can this angry God understand the question?
And this is the void of America
this is the voice of abuse
there's no guaranty
only slavery
and in the third world
and in the fourth world
raciality?
monopoly?
genocide
And wild is the wind in the undergrund
And still the earth?
this is the void
this is the voice of America
this is the void of America

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Thursday, 8 November 2018

DES NORTEIA (Queer and Mutant Funk Cuts)


This is DES NORTEIA - a new Tetine release in cassette tape, launched today by 55SP gallery as a limited edition/multiple, featuring a selection of micro-hits for the masses such as "Zero Zero Cinco Cinco Se Vende", "Cereti", "Oh Me Horny All Nite", "Melô do Estudante" amongst others. 
Available from today on 55SP's stand at Feira Parte, where they are running an instant-machine with 18 distinct works produced in different formats and specially designed by the artists.




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Teorizam a celebração mas não celebram

Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram
Teorizam a celebração mas não celebram

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Wednesday, 5 September 2018

Democradura

                      DEMOCRADURA

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Thursday, 23 August 2018

Pé-Preso

um mundo de pé-presos é altamente asfixiante. 
uma elite cafona, piegas, sorridente, mal vestida e mal informada é altamente asfixiante. 
Uma eterna ação entre amigos: sai de mim chulé que eu te conheço.

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Tuesday, 21 August 2018

Entrevistado por Walter Sebastiao sobre o COMA





Outros territórios

Conexões exploratórias em música & performance híbrida (Coma). Bruno Verner entrevistado por Walter Sebastiao sobre o COMA 

 por Walter Sebastião 27/10/2011 10:54   

Três dias para conhecer e experimentar criações que escapam de rótulos. Reunido para compor painel de arte intermídia – nascida do cruzamento de música, artes visuais, cênicas e audiovisual –, o projeto surgiu nos circuitos alternativos e vem influenciando o mainstream. Assim será a edição de estreia do Conexões exploratórias em música & performance híbrida (Coma), em cartaz de hoje a sábado, no Espaço Cento e Quatro.


“Queremos o público debatendo o que estamos fazendo”, avisa Bruno Verner, um dos curadores do Coma. Ele e Eliete Mejorado formam o duo Tetine, projeto elogiado da cena underground. Bruno explica que se trata de programação sólida e extensa com poéticas muito pessoais, marcadas pelo hibridismo.
“Todos desregulam os territórios em que atuam. São mais que apenas grupos de música ou performance”, observa. Procedimento muito comum, além do trabalho com som, corpo e visual, é o uso da própria imagem. Está em cena uma arte estranha e sensorial, feita por pessoas que têm experiência de maior ou menor percurso (traduzida em shows, livros e discos, por exemplo), construída fora dos esquemas tradicionais.
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Grupos de vanguarda? “De alguma maneira, sim”, responde Bruno Verner. “Os trabalhos são herdeiros de movimentos como dadaísmo, surrealismo e arte conceitual. Carregam um pouco dessa vibração da vanguarda”, admite. Mas o músico prefere promover o diálogo dos grupos “com coisas interessantes do início dos anos 1980, quando zero de dinheiro acabava gerando trabalhos muito interessantes e singulares”. Verner lembra: naquela época, a indústria cultural ainda não havia acuado undergrounds e alternativos.

O projeto Coma ressalta investigações estéticas praticadas internacionalmente, sempre à margem. “Quando se segue o caminho que escapa a rótulos fáceis, o prazer é poder fazer o que se quer, sem amarras da indústria e da censura. Isso tira os cacoetes, traz espontaneidade para a criação”, afirma Bruno Verner. A dificuldade é encontrar espaço para exibir o realizado. “Como você não se enquadra, muita gente vira a cara. Mas tudo é um modo de operar. O essencial é ter personalidade, acreditar no que você está fazendo. E sem medo de levar um não – aliás, o que mais se ouve”, recomenda Verner. 

O festival surgiu da sensação de deslocamento em relação às cenas artísticas experimentadas por Bruno e Eliete com o Tetine. Assim surgiu a ideia de um evento que reunisse todos os “estrangeiros” em relação a conceitos e categorias já estabelecidos. A primeira tentativa nesse sentido foi o projeto Babel, realizado em São Paulo, que reuniu de drag queens ao bailarino japonês Kazuo Ono.
Oficinas

Hoje, no Espaço Cento e Quatro, serão promovidas oficinas gratuitas. Às 10h, com a theremista, cantora e instrumentista austríaca Dorit Chrysler, radicada nos Estados Unidos. Às 14h, Joana Seguro, produtora portuguesa e curadora de música eletrônica e novas tecnologias, faz palestra. Às 15h, o público poderá conhecer o trabalho do DJ e músico Paul B. Davis, norte-americano que trabalha em Londres e é professor no Departamento de Artes Plásticas do Goldsmith College. Sábado, às 15h, Andrew Horn, diretor do filme The Nomi song, participa de sessão comentada do documentário sobre o artista Klaus Nomi.


De Sampa a Londres

A atriz paulista Eliete Mejorado e o músico belo-horizontino Bruno Verner, curadores do Coma, integram o Tetine, respeitado duo experimental. Radicados em Londres, gravaram 11 discos. A dupla se conheceu durante trabalho com o grupo Oficina, em São Paulo. Uma cena de improvisação aproximou os dois, que, intrigados com o bom resultado, resolveram estender a pesquisa.
Em 1995, surgiu a pequena apresentação daquilo que o duo chamava de música eletrônica sensorial e corporal. No fim de 1999, os dois ganharam bolsa para residência em Londres para desenvolver essa proposta. Mudaram-se para lá.

Tetine começou circulando por galerias de arte e museus graças à trilha para um filme da artista plástica Sophie Calle. “Descobrimos ali uma cena que nos permitia veicular o que fazíamos”, recorda Bruno.

Além de seus 11 discos, o duo produziu a primeira coletânea do funk carioca que chegou à Inglaterra. Outra coletânea reúne “um apanhado de coisas estranhas do Brasil da década de 1980”, informa Bruno. A nova atividade da dupla é a performance com a atriz Helena Ignez, em São Paulo, para recriar a trilha sonora do filme O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla, clássico do cinema underground brasileiro.

COMAEspaço Cento e Quatro, Praça Ruy Barbosa, 104, Centro.

. Hoje, às 21h – Planningtorock, projeto da alemã Janine Rostron, musicista, performer, programadora e videoartista, um dos nomes da chamada “nova música eletrônica de invenção”.
. Amanhã, às 21h – Dorit Chrysler e Carla Bozulich.
. Sábado, às 21h – Zilche e Tetine. A partir das 23h, Coma Club, com Paul B. Davis, Frederico Pessoa, Astronauta Pinguin, Karine Alexandrino e Bruno Verner.
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Informações: www.comanet.br ou (31) 8219-9739.

















https://www.uai.com.br/app/noticia/e-mais/2011/10/27/noticia-e-mais,114474/outros-territorios.shtml

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