TETINE

Thursday, 19 November 2020

R. Mutt - Konkret Dance 1986-89 (New Release out Dec 5, on Slum Dunk Music SDM 15)




R. Mutt - Konkret Dance 1986-89


Konkret Dance 1986-89 is the unreleased first album by Brazilian post-punk quartet R. Mutt from Belo Horizonte, Brazil. The record features a collection of 15 songs recorded between 1986-89 taken from their only two cassette tapes, respectively self-titled 1 & 2.


R. Mutt was an experimental post-punk / electronic group formed in 1986 by Bruno Verner on vocals, guitar, keyboards and sampling (also on Tetine, Divergência Socialista, Ida & os Voltas), Karla Xavier, on vocals, keyboards and percussion (also on AKT), Bernardo Rennó on drums, keyboards, electronics and percussion (also on Ida & Os Voltas), Marcos Basho on bass-guitar and Frederico Pessoa, bass-player on the first line-up. Some of the band’s recordings were included in the compilation Colt 45 - Underground Post Punk, Tropical Tapes, Lo-Fi Electronics and Other Sounds from Brazil 1983-1993, previously released on Slum Dunk Music in 2018. 


Making use of drum machines, synths and cheap samplers, R. Mutt's dystopian echoing soundscapes combined glacial electronic instrumentation with female and male half-spoken/half-sung vocals; folk introspection, dark basslines & metal percussion, with an urgent and poetic dada-surrealistic lyricism. 

 

Part of the same iconoclastic art-punk scene from Belo Horizonte of bands such as Divergência Socialista, Ida & Os Voltas, Sexo Explícito, O Último Número, Hosana Nas Alturas, Xiitas, Alma Ciborg, Os Contras, Sylvia Klein, Crime-Ópera amongst others, R.Mutt performed in several local underground bars, clubs, cinemas, universities and auditoriums; playing shows in São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte & Juiz de Fora in venues such as Madame Satã, Espaço Retrô, Sesc Pompéia Complexo B, Crepúsculo dos Deuses, DCE da UFMG, Icbeu, PUC, Teatro Cenário among others.


Konkret Dance 1986-89 features distinct moments of the group, drawing on their electronic experiments through to their goth-punk-industrial and folk/acoustic side; revealing to the listener an unusual and overlooked Brazilian post-punk repertoire of atmospheric dub-landscapes, ambient, cosmic synth-pop and percussive experimentation, with a penchant for an icy & lyrical-melancholic expressionist post-tropicalist instrumentation. The album also includes performances of the band at the legendary São Paulo underground club Madame Satã in 1987, as well as other live registers recorded at Belo Horizonte's Rock Líquidoproject in 1988 held at PUC University's student union.


The group disbanded in 1989 with Bruno Verner later forming Tetine with Eliete Mejorado in the early 1990s in São Paulo, and vocalist & keyboard player Karla Xavier, forming the all-female post punk outfit AKT with Sandra Coutinho (of Mercenárias), Biba Meira (of Defalla) & Dequinha (Bruhaha Babélico), and later on, The Gilbertos with her partner Thomas Pappon (also on Fellini).


Produced and remastered by Bruno Verner at Mi Casa Es Su Casa. 

Art Cover by Eliete Mejorado – from an original concert poster of R Mutt from 1987.


In memoriam of Karla Xavier, who have tragically died in a bicycle accident in London on October 4th, 2020.


    

      R. Mutt (Bernardo Rennó, Marcos Basho, Karla Xavier, Bruno Verner). 1987

 

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Thursday, 25 June 2020

SARAU POÉTICO-MUSICAL DADALOBELA em homanagem à Marcelo Dolabela (1957-2020)

This coming Friday, an homage to poet/musician Marcelo Dolabela (1957-2020), friend and collaborator on the Brazilian post-punk group Divergência Socialista in the 1980s. More than 30 poets/musicians will be performing, reading and talking about his legacy. Side A: (26/02) at 8 pm (Brazil) and midnight from the UK. Live from this link below. https://www.youtube.com/watch?v=51R2PSCHVkk

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Sunday, 19 April 2020

Cabaré Mineiro (1985 - 1992)



De repente me deparo com essa foto da entrada do Cabaré Mineiro - casa noturna de shows inaugurada em 1985 em Belo Horizonte.

Por lá passaram também (principalmente entre 86 e 88 )  bandas do post punk belo horizontino  ... insistindo na contramão dos nomes maiores. Que eu me lembre agora, tocaram por lá Divergência Socialista, R.Mutt, Sexo Explicito, O Ultimo Número, Alma Ciborg, Sylvia Klein, Virna Lisi .... (estes quase sempre com shows no meio da semana ... quando aconteciam os shows mais estranhos e legais). De fora da cidade, também tocaram por lá Picassos Falsos, Claudia Wonder Sergio Sampaio, Ná Ozzetti, Arrigo Barnabé, Rumo, Itamar Assumpção, Eliete Negreiros, Olivia Byinton, Cassia Eller, Ed Motta, Marisa Monte ...

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Friday, 7 February 2020

Bruno Verner - interview for the fanzine Última Quimera

Entrevista para Sad Fayence - editor do fanzine Última Quimera. Publicada in December 2019.






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Saturday, 18 January 2020

Marcelo Dolabela, amigo, mestre & parceiro de inúmeras musicas (1957-2020)

Marcelo Dolobela (1957 - 2020) amigo, mestre, parceiro em melodia, harmonia, som e sentido. Só o tempo sente. O som fica.
A vida pelos olhos
A vida pelos olhos
Não só estou pensando
Nós vamos partir juntos
Ainda estamos respirando
Nada de viver é deleite
Tudo de bode cascata
Assim você talha o leite
Onde a paixão é a nata
Nada
A distância é o mar / eu vejo a ilha / paraíso de Iemanjá / final da lenda / lábios da chinesa / o lobo uiva
A noite a paisagem um tigre em sua cama
Tão falsos e não são
Nada mais me engana
Circe em paz
A queda de outro modo
meus pés sobre o seu lodo
hoje de outro modo
uma só parte um todo
foge de outro modo
pára sobre o seu lodo
hoje de outro modo
uma só parte um todo 
A cada dia mais longe
A cada noite mais longe
Que nada que eu digo
Que nothing que eu gospel
Que nada que nothing
Que arte que vida
Que eu fruta que eu pêra
Que água que sangue
Que eu nada que eu nothing
Que eu nada que eu nothing 
vens nu com Vênus entre Nuvens
O que amamos perdemos
No futuro mais vira menos
Pra que odiar
Amar com o aval dos rivais é mais legal
Thomas Man, Silvia Telles, Dee Dee Jackson, Dolores Duran, Maysa Mother M851, Cindy and Kate, Beatrice Dalle, 
Anne & Muriel
gatilhos de sentimentos
as ilhas engolem
O mar e o continente
viver e possuir
Só bons pensamentos
O toque mais frágil da mão
só o tempo sente
Só o tempo sente


Divergencia Socialista,  (Silma Bijoux O'Hara, Marcelo Dolabela, Bruno Verner, Aleca A de Alexandria), Belo Horizonte, 1988.

Eliete Mejorado, Marcelo Dolabela e Bruno Verner, Belo Horizonte, 2017

                      Edificio Maleta, Belo Horizonte, 2017

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Tuesday, 21 August 2018

Entrevistado por Walter Sebastiao sobre o COMA





Outros territórios

Conexões exploratórias em música & performance híbrida (Coma). Bruno Verner entrevistado por Walter Sebastiao sobre o COMA 

 por Walter Sebastião 27/10/2011 10:54   

Três dias para conhecer e experimentar criações que escapam de rótulos. Reunido para compor painel de arte intermídia – nascida do cruzamento de música, artes visuais, cênicas e audiovisual –, o projeto surgiu nos circuitos alternativos e vem influenciando o mainstream. Assim será a edição de estreia do Conexões exploratórias em música & performance híbrida (Coma), em cartaz de hoje a sábado, no Espaço Cento e Quatro.


“Queremos o público debatendo o que estamos fazendo”, avisa Bruno Verner, um dos curadores do Coma. Ele e Eliete Mejorado formam o duo Tetine, projeto elogiado da cena underground. Bruno explica que se trata de programação sólida e extensa com poéticas muito pessoais, marcadas pelo hibridismo.
“Todos desregulam os territórios em que atuam. São mais que apenas grupos de música ou performance”, observa. Procedimento muito comum, além do trabalho com som, corpo e visual, é o uso da própria imagem. Está em cena uma arte estranha e sensorial, feita por pessoas que têm experiência de maior ou menor percurso (traduzida em shows, livros e discos, por exemplo), construída fora dos esquemas tradicionais.
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Grupos de vanguarda? “De alguma maneira, sim”, responde Bruno Verner. “Os trabalhos são herdeiros de movimentos como dadaísmo, surrealismo e arte conceitual. Carregam um pouco dessa vibração da vanguarda”, admite. Mas o músico prefere promover o diálogo dos grupos “com coisas interessantes do início dos anos 1980, quando zero de dinheiro acabava gerando trabalhos muito interessantes e singulares”. Verner lembra: naquela época, a indústria cultural ainda não havia acuado undergrounds e alternativos.

O projeto Coma ressalta investigações estéticas praticadas internacionalmente, sempre à margem. “Quando se segue o caminho que escapa a rótulos fáceis, o prazer é poder fazer o que se quer, sem amarras da indústria e da censura. Isso tira os cacoetes, traz espontaneidade para a criação”, afirma Bruno Verner. A dificuldade é encontrar espaço para exibir o realizado. “Como você não se enquadra, muita gente vira a cara. Mas tudo é um modo de operar. O essencial é ter personalidade, acreditar no que você está fazendo. E sem medo de levar um não – aliás, o que mais se ouve”, recomenda Verner. 

O festival surgiu da sensação de deslocamento em relação às cenas artísticas experimentadas por Bruno e Eliete com o Tetine. Assim surgiu a ideia de um evento que reunisse todos os “estrangeiros” em relação a conceitos e categorias já estabelecidos. A primeira tentativa nesse sentido foi o projeto Babel, realizado em São Paulo, que reuniu de drag queens ao bailarino japonês Kazuo Ono.
Oficinas

Hoje, no Espaço Cento e Quatro, serão promovidas oficinas gratuitas. Às 10h, com a theremista, cantora e instrumentista austríaca Dorit Chrysler, radicada nos Estados Unidos. Às 14h, Joana Seguro, produtora portuguesa e curadora de música eletrônica e novas tecnologias, faz palestra. Às 15h, o público poderá conhecer o trabalho do DJ e músico Paul B. Davis, norte-americano que trabalha em Londres e é professor no Departamento de Artes Plásticas do Goldsmith College. Sábado, às 15h, Andrew Horn, diretor do filme The Nomi song, participa de sessão comentada do documentário sobre o artista Klaus Nomi.


De Sampa a Londres

A atriz paulista Eliete Mejorado e o músico belo-horizontino Bruno Verner, curadores do Coma, integram o Tetine, respeitado duo experimental. Radicados em Londres, gravaram 11 discos. A dupla se conheceu durante trabalho com o grupo Oficina, em São Paulo. Uma cena de improvisação aproximou os dois, que, intrigados com o bom resultado, resolveram estender a pesquisa.
Em 1995, surgiu a pequena apresentação daquilo que o duo chamava de música eletrônica sensorial e corporal. No fim de 1999, os dois ganharam bolsa para residência em Londres para desenvolver essa proposta. Mudaram-se para lá.

Tetine começou circulando por galerias de arte e museus graças à trilha para um filme da artista plástica Sophie Calle. “Descobrimos ali uma cena que nos permitia veicular o que fazíamos”, recorda Bruno.

Além de seus 11 discos, o duo produziu a primeira coletânea do funk carioca que chegou à Inglaterra. Outra coletânea reúne “um apanhado de coisas estranhas do Brasil da década de 1980”, informa Bruno. A nova atividade da dupla é a performance com a atriz Helena Ignez, em São Paulo, para recriar a trilha sonora do filme O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla, clássico do cinema underground brasileiro.

COMAEspaço Cento e Quatro, Praça Ruy Barbosa, 104, Centro.

. Hoje, às 21h – Planningtorock, projeto da alemã Janine Rostron, musicista, performer, programadora e videoartista, um dos nomes da chamada “nova música eletrônica de invenção”.
. Amanhã, às 21h – Dorit Chrysler e Carla Bozulich.
. Sábado, às 21h – Zilche e Tetine. A partir das 23h, Coma Club, com Paul B. Davis, Frederico Pessoa, Astronauta Pinguin, Karine Alexandrino e Bruno Verner.
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Informações: www.comanet.br ou (31) 8219-9739.

















https://www.uai.com.br/app/noticia/e-mais/2011/10/27/noticia-e-mais,114474/outros-territorios.shtml

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Friday, 5 January 2018

Eduardo Guimaraes Alvares w/ Sylvia Klein - Balladas da Cantora Fantasma do Radio -

Coisa mais linda essa Balada da Cantora Fantasma. Morta imortal nesse circo mórbido, nesse teatro sórdido venho cantar mais uma vez.
Viva o poder de Sylvia Klein, viva o poder de Eduardo Guimarães Alvares.


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Tuesday, 26 December 2017

Aos Barões


Morning, segura o balanço dessa masterpiece de dois minutos e meio do hippismo psychedelic das Minas Gerais... proto prog 'disco'-funk melancólico pra se misturar na paisagem como se a gente fosse gente.... sem falar do piano e do cravo barroco no final em contraponto com o baixo (tocado aqui por Toninho Horta) e o solo (e o som) daquela guitarra-pileque que só podia estar e existir nesse disco. Já posso dormir novo.
2017 não é 1972. Bye.



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Thursday, 18 May 2017

R.MUTT - DUNKLES LEAD


R.MUTT - DUNKLES LEAD 

Bruno Verner - teclados / keys
Karla - voz / percussions
Bernardo Renno - Drum machine, keys
Marcos Basho - bass



Mais um pedaço de um pos-punk brasileiro não-ortodoxo e não tao distante assim apesar dos quase 30 anos. R. Mutt _'Dunkles Lied' foi gravada ao vivo num show no Madame Sata em 1987.
Fazíamos uma dobradinha aqui com o maravilhoso Sexo Explicito e ainda moravamos todos em BH - se não me engano participávamos de um projeto chamado BHZ Sonora com mais duas bandas mineiras O Ultimo Numero e O Grande Ah, parte de uma pequena tour pelo Rio de Janeiro e Sao Paulo organizada coletivamente pelas bandas.
Essa faixa é em alemão... e apesar da pose toda por trás - eu mesmo não falo uma palavra de alemão e  nunca falei - esse era um momento todo especial do nosso show na época.... tinha até uma certa arrogância ingênua meio posuda / meio German goth na performance. Enfim... a Karla, que era a outra vocalista do R. Mutt, estudava Alemão, era encantada por "all things German" e cantava essa faixa - um poema expressionista do sec 19 que musicamos. Um pouco depois ela tambem foi tocar com o AKT - super banda de meninas com a Sandra das Mercenarias e a Biba do Defalla .... e depois acabou se mudando pra Alemanha com o Thomas Pappon do Fellini com quem era casada. Isso e só pra contar que eu acho essa musica muito bonita e apesar da ingenuidade toda por traz - e de na época vivermos em um contexto completamente diferente no Brasil - ela acabou sendo premiada num concurso de musica autoral promovido pelo instituto Goethe em Stuttgart quando eles receberam nossa K7. Enfim a gente tambem era dark em Belo Horizonte, se imaginava em Berlin com sobretudos e achava que fazia parte do casting de Cristiane F... algum tipo de reflexo isso deve ter gerado.

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Thursday, 30 March 2017

Telepaticamente post punk

1 - capacidade de existência coletiva

2 -  coletividade  poética, comportamental, semântica via musica. Musica via arte. Moda via musica.

3 -  em todos os cantos do brasil / uma geração que não necessariamente se conhecia, se conhecendo

4.  Telepatia, electronica, comunicação telepatica,  auto-didatismo, video poker

5 - produzindo originalidade com muito pouco

6 -  no ultimo momento musical antes do cancelamento geral do futuro, the end of history? historia

7  - A minha, a minha vida é essa subir Bahia, descer Floresta.

8  - Automatic Lover, Meteor Man

9 - Thomas Morus Dub

10 - Collective consciousness.

11 -  Trincheira, complexo B, pó moderno, incapazes do nirvana, DCE

12 -. On the radio, on the ra-dio

13 - synths lancinantes, drum machines /  MMT8

14 - Nada

15 - Utopia - distopia num coletivo comum, incomum.

Pic _  Trincheira Bar, Belo Horizonte 1986, courtesy from the archives of Eri Gomes.

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Thursday, 25 September 2014

POST PUNK IN BELO HORIZONTE (1983-1990)

Pre-Tetine action - The Sexual life of the Savages around the mountains. 
Post Punk days in Belo Horizonte, Brazil with R.Mutt, Divergencia Socialiata, Ida & e os Voltas, Hosana Nas Alturas e Coevos, 84 85,86.... Bruno Verner Ida Berger Feldman Silma Dornas Julio Dui Alessandra Drummond Marcos Barreto, Bernardo Renno, Alessandra A de Alexandria, Silma Bijoux O hara, Marcelo Dolabela

We'll be adding more pics, posters, audio & stuff soon from Divergencia Socialiata, Ida & e os Voltas, R. Mutt, Hosana Nas Alturas, Coevos, Sexo Explicito, O Ultimo Numero, Os Contras, Xiitas, Albania Berg, O Grito Mudo, Clay Regazzoni, Alma Ciborg, Roberto Soares, Andrea Daria, Os Meldas, Silvia Klein, O Grande Ah...& many more!!




Poster - Ida & os Voltas + Coevos + Hosana Nas Alturas, ao vivo Crepusculo dos Deuses 1985


Ida & os Voltas, 1986 (Ida Feldman, Bruno Verner, Karla Xavier, Bernardo Renno)


Poster R. Mutt - live at Cabare Mineiro, 1986


Divergencia Socialista ( Silma Bijoux O'Hara, Marcelo Dolabela, Bruno Verner , Aleca A de Alexandria, 1988)


Divergencia Socialita, live at DCE UFMG, 1988 (Bruno Verner, Alessandra A de Alexandria)


R. MUTT, Projeto Fim de Tarde, Belo Horizonte 1986




Detail - contra capa K7 tape Lilith Lunaire, Divergencia Socialista

Divergencia Socialista ao vivo


K7 tape, capa Lilith Lunaire, Divergencia Socialita 


K7 tape, Christine Keeler, Divergencia Socialita



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Thursday, 13 October 2011

COMA - Conexoes Exploratorias em Musica & Performanve - curated by Tetine



Oct 27th, 28th 29th. COMA - CONEXOES EXPLORATORIAS EM MUSICA E PERFORMANCE HIBRIDA

During three days the city of Belo Horizonte will host the first instalment of COMA - specially curated by Bruno Verner & Eliete Mejorado of Tetine and featuring an unusual programme of performances, talks, workshops, shows & club nights.
Line up includes Planningtorock, Carla Bozulich/Evangelista, Tetine, Dorit Chrysler, Karine Alexandrino, Paul B. Davis, Joana Seguro, Astronauta Pinguim, Distruktur, Andrew Horn, Frederico Pessoa amongst others.

Where: Espaço 104
Praça Ruy Barbosa, 104 - Centro, BH
Tickets: R$ 10
More info: www.coma.net.br





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